Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

estrategiaeexcelencia

estrategiaeexcelencia

24.Dez.12

COISAS DO BRASIL......

BOLO/ TORTA: "NEGA MALUCA"
Bom dia, Boa tarde, Boa noite.....
Não sei se é do conhecimento de todos mas, no Brasil, já por algum tempo, é expressamente proibido chamar uma pessoa da cor negra de "PRETO", "NEGRO" (em tom pejorativo) ou algo do tipo, que possa fazer com que estas pessoas se sintam ofendidas...aliás, isso até virou lei e PODE DAR CADEIA!! Pessoas da cor negra, devem ser tratadas como: "Afro-descendente". Vejam que situação inusitada:

Uma senhora entra numa confeitaria e pede ao balconista uma torta "nega maluca". 

O balconista diz à cliente que usar o nome "nega maluca", hoje em dia, pode dar cadeia,DEVIDO A: 

- Lei Affonso Arinos; 

- Lei Eusébio de Queiroz; 

- Artigo Quinto da Constituição; 

- Código Penal; 

- Código Civil; 

- Código do Consumidor; 

- Código Comercial; 

- Código de Ética; 

- Moral e Bons Costumes, 

- Além da Lei 'Maria da Penha' ... 

- Então, meu filho, como peço essa droga de torta? 

- Torta Afro-descendente com problema mental...

(se eu contasse, ninguém acreditava!!!!!! / rsrsrsrsrsrsrsrsrsrrsss)

É verdade que não devemos tratar NINGUÉM de forma diferente ou humilhar uma pessoa pelo tom de sua pele, sua casta, sua crença, seu poder social, enfim,(afinal, não existe ser humano superior a nenhum outro, TODOS SOMOS IGUAIS) mas também, NÃO É PRECISO EXAGERAR TANTO, não acham????

21.Dez.12

FANTASIA.......

Soneto de meu amigo Pedro Ornellas...

(Terceiro lugar, entre 1.775 inscritos “Conc de Sonetos Vinícius de Moraes” promovido pela TV Educativa do Rio de Janeiro, canal Futura, em set. de 2003)

 

F A N T A S I A

 

Na casa tosca e pobre a mesa parca,

coração cheio e mãos sempre vazias...

fartura de ilusões e fantasias

no reino em que, soberbo, eu fui monarca!

 

Por sobre a areia fina dos meus dias

o tempo deslizou deixando a marca,

sulcos profundos que o meu pranto encharca

quando o passado volta em noites frias!

 

Como era doce a antiga brincadeira...

meu trono: um simples banco de madeira,

e de esperanças meu castelo eu fiz!

 

Hoje, à mercê da vida que me afronta,

já não sou mais o rei do faz-de-conta...

já não sei mais brincar de ser feliz!