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estrategiaeexcelencia

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26.Fev.15

QUANDO NÃO SOMOS MAIS ÚTEIS PARA NINGUÉM....

Há um padre no Brasil chamado Fábio Melo. Bem, pessoalmente falando, não tenho nada contra a pessoa do padre, não concordo com muita coisa da "Instituição" que ele representa mas esta é a minha opinião e sem dúvida alguma, daria muito o que falar sobre o assunto. No entanto, ele disse algo muito interessante que nos dá o que pensar e analisando este vídeo, achei interessante compartilhar com vocês. Parem um pouquinho e REFLITAM.....

É mesmo para raciocinar, não acham? O que você PENSA SOBRE ISSO? Já se fez esta pergunta?

"Quando EU NÃO SERVIR MAIS PARA NADA OU PARA AJUDAR OU SERVIR NINGUÉM, o que farão comigo? Tenho realmente alguém que me ame a este ponto?"

É sem dúvida uma dura realidade........

 

 

25.Fev.15

ELIMINANDO OS GASES INTESTINAIS.....

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Sem dúvida alguma, este é um assunto que dá muito o que falar. Em postagens antigas, já falamos um poco a respeito e COM CERTEZA, voltaremos a falar em outras ocasiões, afinal, este é um "problema" que afeta a todos nós e na maioria das vezes, a solução é mais simples do que imaginamos. Reservem um tempinho para verem o vídeo abaixo de Tatiana Zanin.....VOCÊS IRÃO COM CERTEZA APRECIAR!

24.Fev.15

SIGNIFICADO DE EXPRESSÕES POPULARES (PARTE 12 E 13)

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12. MAL E PORCAMENTE

Significado: Muito mal; de modo muito imperfeito.

Origem: Inicialmente, a expressão era "mal e parcamente". Quem fazia alguma coisa assim, agia mal e eficientemente, com parcos (poucos) recursos.

Como parcamente não era palavra de amplo conhecimento, o uso popular tratou de substituí-la por outra, parecida, bastante conhecida e adequada ao que se pretendia dizer. E ficou " mal e porcamente", sob protesto suíno.

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12.  FAZER TIJOLO

Significado: Morrer.

Origem: Segundo se diz, existiu um velho cemitério mouro para as bandas das Olarias, Bombarda e Forno do Tijolo. O almacávar, isto é, o cemitério mourisco, alastrava-se numa grande extensão por toda a encosta, lavado de ar e coberto de arvoredo.

Após o terremoto de 1755 em Lisboa, começando a reedificação da cidade, o barro era pouco para as construções e daí aproveitar-se todo o que aparecesse.

O cemitério árabe foi tão amplamente explorado que, de mistura com a excelente terra argilosa, iam também as ossadas para fazer tijolo. Assim, é frequente ouvir-se a expressão popular em frases como esta:

'Daqui a dez anos já eu estou a fazer tijolo '. in 'Dicionário de Expressões Correntes' ; Orlando Neves