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estrategiaeexcelencia

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07.03.12

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Não prenda o telefone no ombro com a cabeça. Está comprovado que é perigoso, e pode até ser fatal, conversar pelo telefone apoiando-o no ombro e firmando-o com a cabeça. Geralmente tende-se a fazer isso quando precisamos anotar o que interlocutor está dizendo ou estamos fazendo algo mais. O caso relatado pela publicação científica refere-se a um psiquiatra francês que demorou uma hora com o telefone preso entre a cabeça e o ombro esquerdo. Quando desligou, o psiquiatra sofreu cegueira temporária e sentiu dificuldade em falar a que sobreveio um derrame cerebral. Motivo: Um osso minúsculo, mas pontudo, sob a orelha esquerda e atrás do queixo, rompeu os vasos que levam o sangue até o cérebro. Esse rompimento dá-se porque a pessoa, sem sentir, vai pressionando cada vez mais a cabeça sobre o telefone e também, involuntariamente, vai levantando o ombro. Avise seus colegas de trabalho, familiares, amigos e demais pessoas de seu convívio para que:  Evitem falar ao telefone prendendo-o entre a cabeça e o  ombro!! (Dr. Luís Carlos Calil - Prof. Psiquiatria da Faculdade de Medicina)

Contribuído por minha querida amiga, Maria Tereza.

 
 
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05.03.12

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Para profissionais do Direito....um discurso processual!

Para professores de português...material didático.

Para nós, meros "leigos e mortais"... boas risadas...

 

Diz a lenda que Rui Barbosa (jurista, político, diplomata,escritor, filólogo, tradutor e orador brasileiro), ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal. Foi averiguar e constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação. Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus patos, disse-lhe:

- Oh, jumento, anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica, bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o  vulgo denomina nada. 

E o ladrão, confuso, diz: 

- Dotô, rezumino... eu levo ou dêxo os pato...?

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