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estrategiaeexcelencia

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A IMPORTÂNCIA DAS PLANTAS....

30.08.17 | estrategiaeexcelencia

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ERVA DOCE OU FUNCHO!

Nome científico: Pimpinella anisum L. 
Família: Apiaceae. 
Sinônimos botânicos: Anisum vulgare Gaertn.
Outros nomes populares: anis, anis-verde, pimpinella, anacio, anise, anis vert.
Constituintes químicos: Anetol, óleo essencial. 
Propriedades medicinais: calmante, cicatrizante, diurética, estimulante, estimulante gastrointestinal, estomático, expectorante, galactogênica, sudorífico, tônico. 
Indicações: acidez estomacal, asma, bronquite, cólica intestinal, contração muscular brusca (espasmo), dispepsia nervosa, dor de barriga, dor de cabeça, gases, inflamação, palpitação, tosse crônica, vômito. Ajuda na expulsão dos gases do aparelho intestinal. Estimula a diurese. Aumenta a transpiração. Diminui a densidade e aumenta a fluência do muco dos pulmões. 
Parte utilizada: fruto seco. 
Contra-indicações/cuidados: o óleo essencial em altas doses provoca intoxicação acompanhada de tremores. O abuso crônico provoca convulção e confusão mental. 
Não usar durante a gravidez e se tiver problemas crônicos gastrointestinales, como úlcera duodenal ou gástrica, refluxo do esófago, colites ulcerosas, colites espasmódicas e diverticulites. 
Pode causar alucinações. Em pessoas predispostas, mesmo em doses normais pode haver alergia. 
Modo de usar: 0,3 gs de extratos a 70-90%, por dose. 

Agora que sabem, usem com discernimento e cuidem de sua saúde!

CAUSAS DE INADIMPLÊNCIA.....

29.08.17 | estrategiaeexcelencia

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Incrível! Eu já sabia que as dívidas nos deixam mesmo muito mal...mas que este fator prejudica-nos E MUITO emocionalmente, fazendo com que a INADIMPLÊNCIA AUMENTE significativamente, isto eu não imaginava que fosse tanto a este ponto.

Li uma matéria na net, que achei fantástica, no site: 

http://www.consumidormoderno.com.br/2017/08/22/brasileiros-endividaram-problemas-emocionais/

E como sempre compartilho com vocês.....

A inadimplência tornou-se um fantasma bastante presente na vida dos brasileiros nos últimos anos. A recessão pegou bastante gente desprevenida por causa dos juros altos e falta de empregos, mas também precisamos admitir que a educação financeira não é o forte nacional. Um levantamento recente realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta o quanto ter uma dívida é prejudicial para os consumidores.

As contas atrasadas geram comportamentos, sentimentos e impulsos. A pesquisa mostra que 47% dos inadimplentes estava com algum problema emocional que contribuiu para a geração da dívida. Os principais gatilhos apontados são lidar com problemas financeiros (14%), ansiedade (12%), insatisfação no trabalho (9%) e problemas no relacionamento familiar (7%).

Levando em consideração os devedores que admitem o descontrole financeiro ou acesso ao crédito fácil como causa da inadimplência, quase um terço (32%) afirmou que quis aproveitar uma promoção e acabou realizando uma compra sem avaliar o próprio orçamento – percentual que cresce para 46% entre jovens de 18 a 34 anos.

Esforço para mudar

A pesquisa mapeou que, entre os brasileiros que alegaram descontrole em suas compras, 53% tentaram mudar seus hábitos para lidar com a situação. As principais atitudes tomadas são anotar as despesas e gastos (27%), diminuir as saídas com amigos gastadores (18%) e até mesmo evitar de sair com o cartão de crédito na carteira (16%).

Ao mesmo tempo, 47% admitiram não ter mudado qualquer conduta, principalmente por acreditarem que a dívida não é um grande problema para o seu dia a dia (20%) ou que a situação não as incomoda (11%).

Após contrair a dívida, a maioria (82%) desses inadimplentes reconhece não ter procurado ajuda para frear os próprios impulsos, principalmente por acreditarem que conseguem resolver sozinhos essa situação (48%). Apenas 18% procuraram algum tipo de auxílio para colocar as contas em ordem, seja de um amigo (6%) ou um profissional especializado (6%).

Principal vilão

Segundo a pesquisa, realizada em todas as capitais brasileiras, o desemprego figura como a principal causa da inadimplência no Brasil. Dentre os consumidores que possuem contas em atraso, mais de um quarto (26%) culpa a perda do emprego, percentual que sobe para 27% quando considerado somente os indivíduos das classes C, D e E. Em anos anteriores, o desemprego respondia por 33% (2015) e 28% (2016) como principal causa da inadimplência.

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